terça-feira, 7 de agosto de 2012

Manejo de resíduos de saúde traz mais segurança para as populações e para o meio ambiente



A falta de informação sobre os procedimentos adequados ao manejo dos resíduos de saúde faz com que muitas vezes o material seja descartado de maneira incorreta, gerando impactos ambientais e provocando risco de infecção a pacientes, funcionários e comunidades em torno dos aterros. 
Para ajudar a combater essa situação, organizações de saúde estimulam a adoção de medidas para um ambiente mais seguro, como elaboração e aplicação de planos para gerenciamento de resíduos sólidos.
Uma série de padrões para o gerenciamento e destinação de resíduos, com importantes reflexos para o atendimento em saúde, também é sugerida. Recomenda-se a elaboração de um plano que define processos para identificação, manipulação, armazenamento, uso e descarte de materiais perigosos; a notificação e investigação de incidentes; descarte adequado; e uso de equipamentos de proteção. Adotando-se estas medidas de maneira adequada, não há risco de contaminação do meio ambiente nem prejuízo a saúde das populações.

IMPACTOS - Os resíduos de saúde podem criar uma série de impactos ao ambiente, como liberação de gases tóxicos e geração de líquidos lixiviados que contaminam águas e solos. Desde 2004, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária conta com uma legislação — RDC 306 — que estabelece que a segregação, tratamento, acondicionamento e transporte adequado dos resíduos é de responsabilidade de cada unidade de saúde. Mas dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, divulgada em 2008, apontam que somente 63% dos municípios brasileiros possuem coleta de Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), e desses apenas 18% empregam alguma tecnologia de tratamento de RSS.

Com informações do portal Saúde Web.


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