quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Rally recolheu 30 toneladas de lixo do rio Paranapanema


Trinta toneladas de lixo foram recolhidas de ilhas e margens do rio Paranapanema, no Noroeste do Estado, durante o Rally do Lixo, realizado no último final de semana. A competição atraiu 150 voluntários e 60 embarcações, que percorreram 80 quilômetros do rio – que além de ser fonte de sustento de pescadores da região, é ponto turístico e de lazer.

A 12ª edição do rally foi promovido pelo escritório de Paranavaí do Instituto Ambiental do Paraná, com apoio das prefeituras de Diamante do Norte, Porto Rico, Nova Londrina, Marilena e São Pedro do Paraná e de empresas privadas. Os participantes saíram da Estação Ecológica do Caiuá, em Diamante do Norte, e foram até o município de Porto Rico.

Para o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, eventos como esses são importantes para promover a educação ambiental. “Além desse relly, semanas atrás houve outros nas regionais de Cianorte, Umuarama e Campo Mourão. São atividades importantes porque promovem de forma divertida a educação ambiental”, afirmou.

Além de recolher o lixo e promover a educação ambiental, o evento lembrou o início do período da piracema, época de reprodução dos peixes em que a pesca fica proibida para garantir a manutenção da população aquática. O defeso começa nesta quinta-feira (1) e segue até 28 de fevereiro do próximo ano.

Outra novidade dessa edição do Rally do Lixo foi o alerta que os funcionários do IAP fizeram à população quanto à portaria nº 211/2012 que restringe a pesca de algumas espécies de peixes (como o dourado e piracanjuva) por três anos em alguns rios, reservatórios e lagoas do Estado, inclusive o Paranapanema. A restrição acontece apenas para a pesca profissional. A pesca esportiva (modalidade pesque e solte) continua liberada e a amadora tem o limite de 10 quilos e mais um exemplar, como já regulamenta a legislação federal. A restrição é baseada em estudos que indicam a redução populacional de algumas espécies de peixes.

Segundo o chefe regional do IAP em Paranavaí, Mauro Braga, a portaria foi bem aceita entre os pescadores e moradores da região. “Os pescadores percebem que esses peixes estão cada vez mais raros e nós não estamos encontrando nenhuma resistência aqui na região com relação a isso”, contou.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Especialistas criticam lentidão na implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos


A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) caminha a passos lentos, envolta em problemas relativos a infraestrutura, normatização e educação da sociedade brasileira. Este foi o cenário traçado por representantes da indústria eletroeletrônica, de empresas de reciclagem e membros do setor público durante o Forum Green Tech, evento promovido pela revista TI INSIDE e organizado pela Converge Comunicações, que aconteceu nesta terça-feira, 30, em São Paulo.

Um dos pequenos avanços, segundo o pesquisador e coordenador de projetos do CTI do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), José Rocha Andrade da Silva, foi a criação da Norma 03:111.01-009, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que será aberta para consulta pública na internet na próxima quinta-feira, 1º de novembro. O objetivo é criar requisitos para proteger o meio ambiente e, ao mesmo tempo, controlar os riscos de segurança para pessoas e ecossistemas no manejo de resíduos de produtos eletroeletrônicos. "Após três meses disponível para sugestões, a ABNT irá produzir um guia de implantação, favorecendo a criação de documentos e tecnologias operacionais complementares", explicou Andrade da Silva.

A partir dessas diretrizes, ele acredita que será possível avançar no estabelecimento de deveres e direitos de empresas que compõem a cadeia eletroeletrônica. Além disso, a criação de uma certificação e exibição de informações precisas sobre responsabilidade socioambiental de fabricantes melhorará a informação do consumidor  e de empresas na compra bens eletrônicos. Munidos desses dados, espera-se que as pessoas deixem de olhar apenas o preço de produtos para determinar a escolha de compra, mas considerar o impacto socioambiental que eles causam — calculando sua vida útil e pensando nas possibilidades de descarte.

Embora seja consenso a necessidade de uma legislação que contemple o descarte dos produtos, diversas incertezas relacionadas à lei dificultam a sua efetivação. "A lei estabelece a necessidade de incluir 'catadores' e outras atividades de coleta, importantes para reciclagem. Ao mesmo tempo, o lixo eletrônico é tóxico é pode ser considerado perigoso. Então, cria-se uma situação de risco na própria redação da lei", observa André Luis Saraiva, diretor de responsabilidade socioambiental da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Além disso, ele menciona a falta de tecnologia brasileira para lidar com a extração de metais de placas de circuitos integrados, falta de política fiscal, de regulamentação de empresas de reciclagem, entre outros problemas.

Saraiva criticou também a velocidade com que a lei foi aprovada e teve seu decreto de regulamentação publicado (Decreto nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010). "Uma lei que levou 19 anos para ser construída, em quatro meses foi publicada, visando o legado político de sua aprovação. Quem aprovasse o decreto iria colher os louros, e isso prejudicou o projeto porque não foi contemplada a complexidade do cenário nacional, nem treinados os agentes envolvidos no processo", critica.

Outro avanço apontado pelos especialistas foi o início da atuação de duas entidades para defender os interesses de outros segmentos envolvidos no descarte e manejo dos resíduos sólidos provenientes de computadores, baterias, celulares, entre outros equipamentos, e ao mesmo tempo tentar evoluir com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. São elas a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletrônicos e Eletrodomésticos (Abree) e a Associação Brasileira de Empresas de Reciclagem de Eletroeletrônicos (Abere). Mesmo assim, encontram dificuldades para operar plenamente.

Segundo o diretor de sustentabilidade da Abere, Marcus Oliveira, o primeiro passo para fazer com que a legislação, de fato, se cumpra reside em resolver um problema estrutural do país: a logística. "Como eu vou reivindicar a criação de uma tecnologia nacional, em parceria com universidades, por exemplo, para reciclar placas e monitores, se terei problemas para direcionar resíduos de todo o país para uma única localidade? Nesse caso, só o transporte já acarreta em emissão de gás carbônico e afeta negativamente o meio ambiente", observa, evidenciando a complexidade do sistema nacional e a falta de perspectiva para implantação no médio prazo da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Fonte: TI Inside

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Festival Planeta Terra adota destinação correta de resíduos


Há duas semanas, a sexta edição do Festival Planeta Terra agitou a cidade de São Paulo reunindo grandes bandas nacionais e internacionais e pessoas de todas as partes do Brasil. Como ocorre em todos os grandes eventos, ao fim da festa restaram muitas latinhas e copos de plásticos espalhados pelo local. Ao contrário de algumas organizações que simplesmente encaminham os resíduos para o lixo, neste Festival os materiais tiveram a destinação correta.

A empresa Recicleiros foi contratada pelos organizadores para fazer o trabalho de separação e destinação. O primeiro passo foi distribuir nos espaços do festival dois tipos de lixeiras, uma para materiais orgânicos e outra para recicláveis. Ao todo foram 150 lixeiras.

O esquema de destinação correta do lixo é simples. Os sacos com resíduos são retirados por uma equipe de limpeza, que não faz parte do Recicleiros. Em seguida, a empresa recolhe esses sacos e leva para a Central de Reciclagem, que também é instalado no espaço do evento.

Ainda no local, as mulheres da cooperativa separam os diferentes tipos de materiais. Todas as informações sobre os resíduos são anotados e entregues em forma de relatório à empresa contratante. Dessa forma, o trabalho de separação é realizado ao lado do público, que pode ver todo esse processo.

Os Recicleiros recebem os compradores de alguns materiais, como de PET, papelão e latinhas. Mas, há resíduos que são mais difíceis de vender e faz parte do trabalho da empresa encontrar os interessados. Em alguns casos, os materiais são levados para a sede da cooperativa, onde são limpos e secos, para depois serem vendidos. A última solução é mandar os restos para um aterro sanitário. A organização do Festival Planeta Terra é um exemplo para os grandes eventos que vêm ocorrendo nos últimos anos no Brasil. Com informações de Clarice Couto da Revista Época Negócios.

Fonte: Ciclo Vivo

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Com usina em Sorocaba, País fechará elo da reciclagem de eletrônicos


Atualmente, o processamento dos metais é feito no exterior; Brasil produz anualmente quase 100 mil toneladas de lixo eletrônico

Brasil produz anualmente quase
100 mil toneladas de lixo eletrônico

No primeiro semestre de 2013, a cidade de Sorocaba, em São Paulo, deve receber a primeira usina do País a realizar o último elo da reciclagem de eletroeletrônicos - o processamento dos metais, que atualmente é feito no exterior. Além de abrir caminho para a exploração da chamada mineração urbana, o projeto Sinctronics promete facilitar a reinserção na cadeia de consumo das quase 100 mil toneladas de lixo eletrônico anuais produzidos no País.

Atualmente, quase todo o metal presente nesses resíduos é descartado incorretamente com os aparelhos ou acaba exportado para países como Bélgica, Grã-Bretanha e Alemanha, que dispõem de tecnologia avançada para fazer o processamento.

"O Sinctronics será o primeiro ecossistema integrado de soluções sustentáveis para o mercado eletroeletrônico no Brasil, atendendo a uma cadeia produtiva de ponta a ponta", diz Kami Saidi, diretor de operações e líder do Programa Integrado de Sustentabilidade da HP, cliente e parceira do projeto. A parte tecnológica fica a cargo da Flextronics, gigante de Cingapura do ramo de eletrônicos que possui fábrica em Manaus.

Segundo Saidi, inicialmente será possível fazer a reciclagem de 250 toneladas por mês de plástico - que representa 45% dos aparelhos celulares, um dos eletrônicos mais abundantes (quase 250 milhões de unidades no País) e de vida útil mais reduzida (22 meses, em média).

A novidade, no entanto, será mesmo a extração dos metais, cujo potencial não é revelado. De olho no alto valor dos minérios, as empresas envolvidas esperam lucrar com o lixo eletrônico. Estima-se que para cada tonelada seja possível extrair entre 200g e 300g de ouro (veja infográfico). Outros metais menos nobres, como o cobre, o bronze, o alumínio e o ferro, retornariam à cadeia produtiva.

"Em Sorocaba será possível reciclar todos os tipos e quaisquer marcas de eletrônicos", diz Saidi. "O produto que será mais reciclado dependerá da demanda de devolução do mercado."

Além da Flextronics, a Cimelia, outra empresa com sede em Cingapura, cogita fazer a extração de metais em território brasileiro. Atualmente, ela exporta até 400 toneladas de lixo eletrônico por mês para serem processadas no país asiático.

Estímulo. Empresas e entidades ligadas ao setor de eletrônicos esperam que iniciativas como essa tragam incrementos a toda a cadeia de reciclagem de eletrônicos, cujo maior problema é a falta de um ciclo constante - segundo dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente, cerca de 500 milhões de aparelhos sem uso no País estão guardados em residências.

A necessidade de exportar as partes metálicas para outros países apenas dificulta o processo. "Está faltando no País o fechamento do ciclo, pois ainda é muito caro para as empresas reciclarem", afirma Roberto Lucena, dono da Eco-Cel, especializada na coleta de celulares usados e encaminhamento para destinação adequada.

Com 400 urnas espalhadas em locais de grande circulação, como shoppings, farmácias e academias da cidade de São Paulo, a empresa de Lucena faz a coleta a cada 30 ou 35 dias e recolhe até 3 mil aparelhos por mês.

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), que há um ano lançou na capital um projeto permanente com oito pontos de descarte de lixo eletrônico, afirma que é preciso multiplicar esses locais.

"Há poucos pontos de descarte, e eles não abrangem toda a cidade. Ninguém fica rodando a cidade com lixo no porta-malas em busca de um local", diz o diretor executivo da Abrelpe, Carlos Silva Filho. Segundo ele, a entidade planejar ampliar para 30 os pontos de descarte até o fim de 2013.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Consultórios dentários podem ser sustentáveis


O mercúrio e a prata, usados para criar material usado nas obturações, é uma substância altamente prejudicial ao meio ambiente. Conheça o trabalho de uma empresa que recolhe as sobras do material e faz a reciclagem.

A poluição causada pelos consultórios odontológicos tem origem nos resíduos gerados durante a restauração dentária. O amálgama, resultado da fusão do mercúrio com a prata, é usado para preencher as cavidades nos dentes, as chamadas obturações.

O problema é que o mercúrio e a prata fundidos se transformam numa massa que, no lixo comum, pode liberar vapor de mercúrio na atmosfera, uma substância altamente tóxica. E a ingestão de água ou alimentos contaminados por mercúrio pode causar doenças como anemia, paralisia facial, câncer e até mutações genéticas, além de prejudicar o sistema nervoso central, fígado, rins e pulmões.


Como descartar o mercúrio de forma sustentável
Um programa pioneiro foi desenvolvido por uma cooperativa de dentistas em Campinas, no interior de São Paulo, em parceria com uma empresa recicladora.

“Colocamos os potes à disposição de todos os nossos 1500 dentistas. Ao realizar o procedimento de restauração em amálgama, o dentista recolhe o resíduo e deposita no potinho. Assim que tiver uma quantidade suficiente, ele nos entrega e a empresa retira os potes a cada dois ou três meses”, explica Vladimir Borin, diretor de relações cooperativas.

A empresa já recolheu mais de 36 quilos em cinco anos. “Consideramos um sucesso", diz Vladimir.
A empresa que recolhe o material realiza a descontaminação. Lá, o amálgama passar pelo processo inverso do que houve no consultório odontológico. "Para que o mercúrio, sensível à ação do calor, se transforme num gás que pode ser esfriado e recuperado no seu estado líquido elementar”, explica Eduardo Sebben, diretor superintendente.

O mercúrio escorre pela torneira e o que sobra no forno é prata, com alto valor de mercado. “Esse mercúrio é destinado para a própria indústria de amálgama dentário, ou para a indústria de termômetros ou eletroeletrônica entre outros fins”, diz Eduardo.A empresa estima que no Brasil sejam usadas de 15 a 20 toneladas de mercúrio ao ano para produção de amálgama dentário, cerca de 3% do total consumido no país.

“A relevância é justamente essa, tirar esses materiais do meio ambiente para que a gente deixe de trazer matérias virgens da natureza e passe a reutilizar o mercúrio e a prata nos seus diversos fins”, conclui o diretor.

Fonte: G1

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Projeto da Unioeste vence Prêmio Finep de Inovação 2012


O estudo de caso do Projeto Pró-Natureza Limpa, desenvolvido por equipe da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), venceu o Prêmio Finep de Inovação 2012, na categoria Inventor Inovador Região Sul. A conquista, na opinião do coordenador do projeto, professor Camilo Freddy Mendoza Morejon, confirma a excelência da Unioeste. 

O Prêmio Finep (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Finep/MCT) de Inovação 2012 tem duas etapas; a primeira regional, que ocorre em cada uma das cinco regiões do Brasil e a segunda, nacional, em que as vencedores da etapa regional concorrem ao Prêmio Nacional. “Agora, na etapa nacional, a Unioeste leva a responsabilidade de representar, não somente o Estado do Paraná, mas também a região Sul. Estamos com o pensamento positivo e torcendo para também ganhar na etapa nacional”, comemora o professor, que é do curso de Engenharia Química. 

O prêmio é o mais importante instrumento de estímulo e reconhecimento à inovação no Brasil. Desde 1998, já premiou mais de 500 empresas, universidades e pessoas físicas, sendo responsável pela projeção dos contemplados não apenas no Brasil como no exterior. 

A equipe que participou do projeto é formada pelo coordenador Camilo Freddy Mendoza Morejon e Jandir Ferrera de Lima, Cleber Antonio Lindino, Reinaldo Aparecido Bariccatti, Weimar Freire da Rocha, Carlos Alberto Piacenti, Angela Laufer, Luiz Telmo da Silva Auler, Sérgio Faria, Fernando Palú e José Augusto de Sousa, como colaboradores. 

O projeto do curso de Engenharia Química do Campus de Toledo recebeu apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), da Fundação Araucária, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). 

A cerimônia de entrega do Prêmio Finep de Inovação 2012 será realizada no próximo dia 31, às 18 horas, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS). 

O PROJETO - O projeto vencedor é um dos estudos de caso do Projeto Pró-Natureza Limpa relacionado com uma usina para a industrialização de resíduos orgânicos provenientes de diversas fontes. O professor Camilo Morejon observa que as pesquisas em torno da problemática ambiental realizadas no projeto Pró-Natureza Limpa mostraram que, entre os vários tipos de resíduos, os orgânicos são os que apresentam maior potencial de geração, contaminação e aproveitamento e, ao contrário do que se imagina, esses resíduos não têm recebido a devida atenção. 

Camilo explica que das 160.340,74 toneladas de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) gerados por dia no Brasil, 69% correspondem aos resíduos orgânicos, destinados na totalidade (misturado com recicláveis e rejeitos)  para os lixões ou aterros sanitários. Na área rural essa porcentagem de resíduos orgânicos é ainda maior. A exemplo da suinocultura paranaense - que possui aproximadamente 6,07 milhões de cabeças distribuídas em 135 mil propriedades rurais, os quais geram 151,75 milhões de m³ de dejetos dia -, as outras atividades agroindustriais também geram resíduos orgânicos que, quando não tratados corretamente, colocam em xeque os modelos convencionais de desenvolvimento econômico. 

Esses resíduos foram objeto de estudo desde 2002, no Projeto Pró-Natureza Limpa. Como resultado, foram implementadas várias inovações tecnológicas, as quais, após implantação num layout industrial, resultaram numa usina para a industrialização de resíduos orgânicos provenientes de diversas fontes. 

Segundo o professor Camilo, o produto tecnológico (com carta-patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial) já foi objeto de licenciamento de tecnologia e após sua implantação transformará problemas ambientais em oportunidades de geração de emprego e renda, principalmente para pessoas de baixa ou nenhuma qualificação.

Fonte: Agência Estadual de Notícias